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Evangelizacion Infanto Juvenil

RESPUESTA DE BEZERRA DE MENEZES, A TRAVÉS DEL MEDIUM JULIO CEZAR GRANDI RIBEIRO, A UN CUESTIONARIO QUE LE FUERA PROPUESTO SOBRE ESTE RELEVANTE TEMA.

2. ¿Con qué intensidad el Plano Espiritual ha apoyado el Movimiento de Evangelización Espírita Infanto-Juvenil? ¿Cómo opera esto?

La misión educativa del Espiritismo a las almas es una tarea por demás intensa, continua e creciente, buscando revelar la verdadera luz y estimulando la fe junto a los panoramas regenerativos de la Tierra, donde solamente un Maestro, que es Jesús, ha de inspirar a cada criatura en su propia iluminación.

Siendo así, sin improvisaciones, pero  obedientes a los dictamenes de los Planos Superiores de la Vida, entrevemos legiones de obreros espiritules insinuando y sugiriendo, orientando y estimulando, convocando y determinando, dirigiendo y comandando, participando y sirviendo, directamente, en el seno de la evangelización, especialmente de niños y jovenes, que representan las esperanzas de los cielos en los jardines de la Vida.

Sin embargo, es importante destacar que el plano espiritual sumando esfuerzos al trabajo perseverante de los compañeros encarnados cuenta, sobre todo, con la fidelidad de los servidores de Jesús, una vez que en la base del éxito anhelado permanece la fiel observancia de las lecciones evangélicas, bajo los dictamenes del amor incondicional.

3. ¿Cómo los Espíritus Superiores están viendo la participación de los compañeros encarnados e las tareas de la Evangelización Espírita Infanfo-Juvenil?

A pesar de que los obreros de la gleba humana dispongan de suficiente libre albedrío para desbandar o desertar, olvidar o aplazar compromisos asumidos con la Vida, anotamos, con júbilos inmensos, la excelente caravana de intrépidos luchadores de la Evangelización Espírita Infanto-Juvenil, de corazones volcados para un mejor desempeño, coherentes con el interés de siempre producir al máximo para la dedicación de todos los días. Son compañeros jovenes o adultos, de ambos sexos, afanosos, idealistas, concientizados cada vez más de que la obra no nos pertenece a nosotros, sino al Maestro Amado que, por misericordia, nos utiliza a todos como instrumentos de iluminación para el mundo.

Es notorio que la especialidad de la tarea no se complace con improvisaciones descabidas, tan pronto la experiencia apunta hacia lo mejor o lo más rentable, razón por la cual los servidores integrados a la evangelización deben buscar continuamente la actualización de contenidos y procedimientos didáctico-pedagógicos, apuntando a un mejor rendimiento, de cara a la economía de la vida en la trayectoria de la existencia, considerando que, de hecho, el tiempo ha llegado…

 

Libro:  Sublime Semillero – Evangelización Espírita Infanto Juvenil (FEB)

Entrevista con Bezerra de Menezes (Espíritu) – 1982

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Espiritismo e violência

Por Umberto Fabbri

A discussão em relação ao tema da violência não é nova. Os periódicos no mundo trazem estampadas em suas primeiras páginas, cenas que fazem parte do cotidiano e por vezes aceitas como produto de consumo vulgar.

O coro se estende dizendo que a violência não tem mais controle e sugerem medidas drásticas de contenção, que por incrível que pareça, são na sua grande maioria mais violentas ainda.

Mas a pergunta que se faz é: o ser aqui reencarnado está realmente mais violento?

As respostas rápidas surgem afirmativamente, seguidas da seguinte expressão: “é lógico que sim!!!”

Será? Estudos publicados recentemente na Universidade de Harvard nos USA, apontam que o ser humano nunca esteve tão menos violento e pacífico como nos últimos 60 anos.

Mas é aquela velha história da análise imediata: “Veja quantos conflitos ao redor do mundo, quantas atitudes violentas partindo de grupos ou de caráter individual”,    recitam alguns.

Não podemos, nos transformarmos em otimistas irresponsáveis, daqueles que não querem enxergar o óbvio. Mas daí partirmos para uma conclusão apressada, vai uma grande distância.

Se formos buscar informações históricas, ficaremos boquiabertos com duas grandes guerras, em um curtíssimo período de tempo entre uma e outra.

A primeira de 1.914 à 1918, seguida pela II Grande Guerra, que se iniciou em 1.939 com a sua finalização somente em 1.945.

Somente na segunda guerra mundial, estima-se que o conflito ceifou a vida de 50 milhões de pessoas.

Sem dúvida, a questão da violência não pode ser menosprezada nos dias que correm, não podemos utilizar situações anteriores para justificarmos as atuais. Porém, aceitar pura e simplesmente que as coisas estão mudando para pior, seria questionar a Sabedoria Divina, relativa a evolução do ser humano em nosso planeta.

Não consta na literatura espírita, em nenhuma obra que tenhamos estudado, que o ser regrida tal como no processo da Metempsicose e sim, por opção, pode ele estacionar. Estacionamento esse bastante relativo,  e sinceramente, o consideramos parcial, porque por mais que negligenciemos a oportunidade do aprendizado e do desenvolvimento, alguma coisa ficará retida em nós, pelo simples movimento da vida, em qualquer plano em que nos encontrarmos.

Claro está que, perderemos a oportunidade de amealharmos maior conhecimento e desenvolvimento, mas até para o aluno repetente, existe uma lição  e consequentemente, pelo mínimo que seja, um certo grau de amadurecimento e aprendizado.

Logo, o ser não regride, e se não o faz, os aspectos relativos à violência não podem estar mais ressaltados em nós do que em nosso passado relativamente recente.

Entender isso não é tarefa tão complexa, basta ver o horror que nos causa hoje determinados e infelizes acontecimentos, apresentados diariamente pelos mais variados veículos de comunicação; no entanto, não faz muito tempo, a diversão de uma boa parcela da população global era assistir pessoas se degladiando até a morte.

Claro está que nós estamos mais informados, e por falta do exercício do Evangelho do Cristo, o consumo dessas informações ainda tem preponderância, por vezes, em nossas escolhas, não generalizando, obviamente.

Buscam-se soluções em modelos os mais diversos, e natural está que o esforço da diminuição da violência passa pela nossa responsabilidade, relembrando os ensinos de Jesus: ‘Aquilo que se planta, colhe-se”.

Logo, é de responsabilidade de cada um, modificarmos nosso comportamento nos padrões do Evangelho do Cristo. A violência começa dentro do próprio lar, e este pode ser o exportador de pacificadores ou de guerreiros.

A pergunta é simples e já data de mais de 2.000 anos:  até quando resistiremos a aplicação plena do Evangelho em nossas vidas?

A resposta é naturalmente de caráter individual, e em caso de reclamações ou dúvidas, a própria pessoa deverá ser consultada.

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