Monthly Archives: October 2014

Conviver e crescer

 Por Umberto Fabbri

Viver em sociedade faz parte das sabias Leis Divinas, entretanto esta Lei apresenta grande complexidade e desafios.

Por meio da convivência, seja ela em família ou em sociedade é possível o crescimento, tanto espiritual, quanto material. Aprendemos uns com os outros, observando e convivendo é possível aprender, dividindo experiências e conhecimentos. Aquele que aprendeu mais pode e deve dividir suas conquistas com os que estão ainda no início da jornada. Entretanto quando não há bondade, desprendimento, compreensão e fraternidade, o conviver, principalmente com os que nos são diferentes, pode gerar o preconceito e o sofrimento.

Ao observarmos a História da Humanidade, veremos que grandes desatinos já foram cometidos pela sociedade; em nome da paz, se fez a guerra, em nome de Deus se aplicou a violência e o desamor, em nome da liberdade muitos tiveram seus direitos cerceados. Tudo pela inexperiência e imaturidade espiritual. Muito já se caminhou, é verdade, e uma boa parte da Humanidade aprendeu a duras penas, que o que plantarmos colheremos e que não se pode ser feliz com a infelicidade do outro.

As leis humanas, apesar de imperfeitas, pois são feitas por nós, seres imperfeitos, tentam regulamentar a ordem social, para que seja possível uma vida justa e digna para todos.   Mas apesar do que muitos possam pensar esta ordem social tão almejada, deveria ser implantada em nosso modo de ser e viver, não como uma situação externa e imposta, mas sim íntima e individual. A maneira como vemos o mundo, a nós e as pessoas que nos cercam é fator preponderante para que consigamos viver em harmonia.

Jesus nos ensina o modo certo de convivência harmônica, no amor a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a nós mesmos. A Lei de Amor é a pedra fundamental que regula todas as outras. É compreensível que em nosso estágio evolutivo atual ainda não consigamos amar verdadeiramente, mas já nos é possível, respeitar o direito do próximo, aceitando as diferenças, afinal de contas quem garante que o “nosso” modo de ser e viver é o melhor, o mais acertado? O único ser que pode servir de verdadeiro modelo em todas as circunstâncias é Jesus.

Não nascemos para a solidão, não crescemos e não sobrevivemos sozinhos, dependemos uns dos outros para a manutenção da vida, mas principalmente para evoluirmos. Mesmo no atrito, quando nos deparamos com as dificuldades de convivência, podemos também crescer. Nossos desafetos são os melhores professores, pois exigem nosso máximo, inúmera vezes somos chamados ao desenvolvimento obrigatório de virtudes para a superação destas situações. Por exemplo, frente a ingratidão, a traição, ao desamor de uma forma geral, se não buscarmos a vivência da paciência, do perdão, da tolerância, podemos adoecer, física e espiritualmente.

O modo como convivemos, compartilhamos e dividimos o que já possuímos é o termômetro que demonstra nosso estágio evolutivo.

Pense nisto!

 

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GES-Encuentro #8

Encuentro #8 – 9/14/14

Hola compañeros, espero que hayan tenido un excelente fin de semana.

En la ultima clase revisamos la primera parte del tema “ARROGANCIA”, el cual ocupa dos capítulos del libro. Me llamo la atención que nosotros tenemos una visión un poco estrecha cuando se compara con la definición muy ancha y amplía que nos da la mentora Ermnance Dufaux. Es decir, hay muchas debilidades morales que tal vez suframos o conocemos que no conectamos con la enfermedad espiritual central, que es la arrogancia. La mentora nos brinda una gráfica muy interesante e importante, que me voy a intentar de reproducirla con palabras.

La arrogancia tiene 4 pilares, a ver:

  1. rigidez
  2. prepotencia
  3. imprudencia, e
  4. competición.

La rigidez se manifiesta a traves del autoritarismo y terquedad (teimosia, en portugués), lo que lleva a la INTOLERANCIA.

La prepotencia se manifiesta a traves de megalomanía y presunción, llevando a la VANIDAD.

La imprudencia se manifiesta a traves del perfeccionismo y ansiedad, llevando al deseo de PODER.

La competición se manifiesta a traves del impulso de comparación y disputa, llevándonos a la ENVIDIA.

Imagínate que, se cada una de estas debilidades fuera una mancha en nuestro perispíritu que pudiera ser vista por otros, no creo que nos gustarla sacar fotos “selfie”, verdad? Tampoco nos gustarla salir pelas calles, etc.  Bueno, mientras estamos por aquí encarnados, estamos protegidos. Pero, de lo otro lado de la vida, ahí si se puede percibir el grado de evolución de nosotros nada mas analizando nuestro perispiritu. Pero vamos a estar con otros espiritus en el mismo nivel de desarrollo….

Segun el libro de Kardec “Cielo e Infierno”, a respeto de “Penas Futuras”, nuestro sufrimiento de lo otro lado podría ser muy dificil. El arrogante por seguro podrá sufrir muchísimo al percibir que las bases de sus creencias (poder, autoritarismo, rigidez, perfeccionismo, etc) eran todas bases falsas que no tuve coraje de destruir y basar su desarrollo en la HUMILDAD.

Bueno, vamos a seguir con el tema en la próxima clase, pero con aspectos nuevos y muy interesantes.

Hasta pronto, y que tengan una excelente semana.

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